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Tipos de frete: 7 principais e como escolher o melhor

No universo da logística, tipo de frete é a forma como a mercadoria será transportada até o destino final, seja um consumidor final ou outro ponto de distribuição. Pode parecer simples, mas essa escolha tem influência direta nos custos de operação, prazos de entrega, experiência do cliente e competitividade da empresa.

Quando falamos em o que é tipo de frete, estamos nos referindo a categorias logísticas que envolvem responsabilidade pelo transporte, quem arca com os custos, os modais utilizados (rodoviário, aéreo, entre outros) e o modelo de contratação do serviço. Essa decisão impacta desde a etapa de precificação até a reputação da marca com o público.

Por que conhecer os tipos de frete é essencial para a estratégia logística?

Com a expansão do e-commerce e a exigência crescente dos consumidores por entregas rápidas e acessíveis, entender os diferentes tipos de frete deixou de ser uma questão técnica e passou a ser um ponto-chave de competitividade.

Escolher a modalidade de frete errada pode significar perder vendas por preços altos de entrega, atrasos ou falhas no transporte. Por outro lado, acertar nessa escolha permite otimizar rotas, negociar melhores tarifas e aumentar a satisfação do cliente.

7 principais tipos de frete e suas características

Mulher ensinando tipos de fretes

Quando falamos em logística eficiente, conhecer os principais tipos de frete é essencial para tomar decisões estratégicas que afetam desde o custo de operação até a experiência de entrega do cliente. 

Cada modalidade possui características próprias quanto a prazos, responsabilidades, custos e formas de contratação — e a escolha certa pode gerar economia e vantagem competitiva.

Abaixo, você confere os 7 tipos de frete mais utilizados no Brasil, com explicações completas, exemplos e os prós e contras de cada um deles para ajudar você a escolher a melhor opção para seu negócio.

1. Frete CIF (Cost, Insurance and Freight)

No frete CIF, o vendedor é responsável por todos os custos envolvidos no transporte do produto até o cliente, incluindo o frete e o seguro da carga. O valor do envio costuma estar embutido no preço total do produto ou é apresentado separadamente no carrinho de compras.

É o modelo mais usado no comércio eletrônico, pois facilita a experiência do cliente, que não precisa se preocupar em contratar transportadoras ou acompanhar a logística de entrega.

Exemplo: um consumidor compra um tênis em um e-commerce e paga o valor total (produto + frete). A loja cuida da entrega até a casa dele, geralmente com transportadora parceira ou Correios.

Vantagens

  • Praticidade para o cliente.
  • Mais controle para o vendedor sobre a qualidade do transporte.
  • Facilita o rastreamento e a comunicação em caso de problemas.

Desvantagens

  • O vendedor arca com todos os riscos até a entrega.
  • Pode elevar o preço final do produto, afetando a competitividade.

2. Frete FOB (Free On Board)

Diferente do CIF, no frete FOB o cliente é quem assume a responsabilidade pelo transporte da mercadoria assim que ela sai do ponto de origem (como o centro de distribuição ou armazém do fornecedor).

Esse tipo de frete é mais comum em transações entre empresas (B2B), especialmente quando há relacionamento logístico de longo prazo, ou o cliente já possui contratos com transportadoras específicas.

Exemplo: uma loja de móveis compra mercadoria de um fabricante e contrata sua própria transportadora para retirar a carga no depósito do fornecedor.

Vantagens

  • Permite ao comprador negociar preços melhores com transportadoras.
  • Reduz a responsabilidade do vendedor sobre atrasos ou problemas durante o transporte.

Desvantagens

  • Exige maior estrutura logística por parte do cliente.
  • Em caso de problemas, o vendedor tem menos controle para intervir.

3. Frete por transportadora

Esse modelo envolve a contratação de empresas especializadas em transporte, que operam com frota própria e sistemas de rastreamento. É muito comum para lojistas com maior volume de pedidos ou que atendem a diferentes regiões do país.

As transportadoras podem atuar em nível local, regional ou nacional, e muitas oferecem modalidades expressas, econômicas ou sob demanda, além de serviços como coleta agendada, seguro e emissão de documentação fiscal.

Exemplo: Um e-commerce de eletrônicos envia dezenas de pedidos por dia e contrata uma transportadora para fazer as entregas em SP, RJ e MG com prazos pré-definidos.

Vantagens

  • Mais agilidade em comparação aos Correios.
  • Soluções personalizadas conforme o tipo de carga.
  • Serviço especializado com rastreamento e seguro.

Desvantagens

  • Custo pode ser alto para volumes pequenos ou entregas pontuais.
  • Exige negociação de contratos e controle logístico mais robusto.

4. Frete pelos Correios

Os Correios continuam sendo uma das opções mais acessíveis e abrangentes para envios em todo o Brasil, especialmente em localidades mais afastadas ou para pequenos negócios. As modalidades mais conhecidas são o PAC (econômico) e o SEDEX (expresso).

Além da entrega domiciliar, os Correios oferecem serviços complementares como aviso de recebimento, coleta em domicílio (sob contrato), logística reversa e integração com plataformas de e-commerce.

Exemplo: Um pequeno artesão vende produtos pelo Instagram e envia encomendas para todo o Brasil usando PAC, com prazos médios de 5 a 10 dias úteis.

Vantagens

  • Cobertura nacional, incluindo áreas remotas.
  • Ideal para pacotes leves e pequenos volumes.
  • Integrações com marketplaces e ERPs.

Desvantagens

  • Prazo pode variar muito, especialmente em datas sazonais.
  • Limitações quanto ao tamanho, peso e valor da mercadoria.
  • Risco de greves e atrasos logísticos.

5. Frete expresso

O frete expresso tem como principal característica a velocidade na entrega. Ele é ideal para clientes com urgência, produtos perecíveis ou datas comemorativas. Normalmente, o frete expresso é mais caro e oferecido por transportadoras especializadas ou pelos Correios (ex: SEDEX 10 ou SEDEX Hoje).

Também existem apps e plataformas como Loggi, Rappi e Lalamove que realizam entregas expressas em áreas urbanas, inclusive no mesmo dia.

Exemplo: Um cliente compra um presente de última hora em um e-commerce local e recebe em menos de 24h via aplicativo de entrega expressa.

Vantagens

  • Atendimento rápido e eficiente.
  • Ideal para fidelizar clientes exigentes.
  • Gera diferencial competitivo em nichos como moda, alimentação e saúde.

Desvantagens

  • Custo significativamente mais alto.
  • Nem sempre disponível fora de grandes centros urbanos.

6. Frete próprio

Empresas que operam com frota de veículos própria realizam entregas com autonomia total. Essa opção é interessante para negócios com grande volume de vendas em regiões específicas ou com logística interna consolidada.

Além disso, o frete próprio permite padronizar a experiência de entrega, capacitar motoristas e personalizar o atendimento ao cliente.

Exemplo: Uma rede de lojas de colchões realiza todas as entregas em até 3 dias com veículos próprios e equipe treinada.

Vantagens

  • Total controle sobre os prazos e qualidade da entrega.
  • Padronização no atendimento e imagem da marca.
  • Flexibilidade para adaptar rotas e janelas de entrega.

Desvantagens

  • Alto investimento inicial com frota, manutenção e equipe.
  • Necessidade de uma estrutura operacional robusta.

7. Frete via marketplace

Marketplaces como Mercado Livre, Amazon e Magalu oferecem soluções logísticas integradas com as plataformas de venda, como o Mercado Envios, que assumem parte ou toda a operação de entrega.

Esse modelo traz mais conveniência para pequenos e médios vendedores, além de condições competitivas como frete grátis, prazos reduzidos e integração com sistemas de estoque.

Exemplo: Um microempreendedor vende através do Mercado Livre e utiliza o Mercado Envios, que coleta o produto em sua casa e entrega ao cliente com rastreamento completo.

Vantagens

  • Integração automática com a plataforma de vendas.
  • Condições especiais de frete para o cliente final.
  • Suporte logístico sem necessidade de estrutura própria.

Desvantagens

  • Taxas embutidas nas comissões de venda.
  • Menor controle sobre prazos e qualidade da entrega.
  • Dependência de políticas do marketplace.

Qual o tipo de frete mais utilizado pelo e-commerce?

O tipo de frete mais utilizado pelo e-commerce no Brasil é o modelo CIF, com envio pelos Correios ou por transportadoras parceiras. Isso acontece porque o cliente prefere visualizar o valor total do pedido já com o frete incluso — facilitando a decisão de compra.

Além disso, plataformas como Melhor Envio permitem comparar valores entre diferentes transportadoras, tornando esse modelo ainda mais atrativo para quem vende online.

Outro modelo em forte crescimento é o frete via marketplace, especialmente para lojistas que utilizam grandes plataformas como Mercado Livre e Amazon, que já oferecem estrutura logística integrada e prazos competitivos.

Como escolher o melhor tipo de frete para sua operação?

Caminhão enviando tipos de fretes

Para definir o tipo de frete ideal, é importante considerar:

  • O perfil do seu cliente: consumidores finais preferem comodidade, enquanto empresas valorizam negociações e prazos ajustáveis.
  • Peso e volume do produto: itens pequenos e leves podem ir pelos Correios; produtos grandes exigem transportadoras.
  • Localização de origem e destino: o frete próprio pode funcionar para entregas locais, mas não para distâncias maiores.
  • Urgência e prazo de entrega: se a entrega for prioridade, opte por fretes expressos.
  • Custos envolvidos: plataformas de cotação e automação logística ajudam a encontrar o melhor custo-benefício.

Como reduzir os custos de frete e aumentar a eficiência logística

Uma estratégia logística inteligente vai além de escolher a transportadora mais barata. Veja algumas formas de otimizar sua operação:

  • Use ferramentas de cotação automatizada, como Melhor Envio ou soluções integradas com ERPs.
  • Negocie contratos com transportadoras para obter preços mais vantajosos conforme o volume de envio.
  • Adote frete grátis com valor mínimo de compra, estimulando o ticket médio.
  • Implemente centros de distribuição regionais, reduzindo distâncias e prazos.
  • Otimize suas embalagens para reduzir volume e peso — fator essencial para baratear o frete.

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